terça-feira, 19 de fevereiro de 2013

Sublime...





Não declares guerra a ti. Há uma quimera mágica, qualquer coisa sublime que ainda terás de atravessar.
Não tenho dúvidas de que todas as tuas contradições, estas que trazes no teu semblante, foram a causa para encontrares um sentido benéfico, um caminho para te reergueres.
E não te esqueças:  a vida não depende só da sabedoria e da sorte, nem sequer do itinerário. A vida depende dos encontros. Tens mil encontros destinados. Só te vais embora depois de os teres concretizado”

“o vento chega e modifica, não deixa a praia igual. Assim são as viagens.”

“Os primeiros dias de grandes viagens ficam sempre com um espaço distinto na memória. Parece que o viajante ainda não é viajante e que a viagem não é inicio de coisa alguma.”

“Todo o Homem, mais ou menos inteligente, sabe que vai morrer. A última morada é certa. A penúltima e antepenúltima são as expressões mais emotivas do livre arbítrio, pelo menos neste caso, o de alguém que decidiu viajar para prolongar a existência.(…) A vida, curta demais para se perder num lugar só, e o longe, a única lonjura que conhecia, eram o desassossego de não conhecer o mundo.”

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