quinta-feira, 29 de agosto de 2013

te echo de menos


odeio-te pela falta que me fazes
odeio-te pelo vazio que deixaste e que não se preenche
odeio-te por ja não ouvir as tuas gargalhadas
odeio-te por não teres tirado mais retratos
odeio-te por já não receber dedicatórias tuas
odeio-te tanto que a garganta aperta e o coração fica pequeno demais
cada vez que penso em ti
nunca consegui voltar a falar de ti
Finjo que falo mas não consigo
ninguém sabe as saudades que tenho tuas
também ninguém ia perceber mesmo
porque não te deixo partir
Falta-me a tua gargalhada
Esse teu sorriso puro
Doesse o que doesse
Essa forma fria e crua de dizer sempre a verdade
Doi-me o que ficou por dizer
O que deixámos por fazer
Desde que partiste
Que corro sem parar
Nada por dizer nada por fazer
Nao quero parar
Parar faz-me voltar a ti
Continuo a acordar de noite a chorar 
A tua ausência
Sempre no silêncio
No escuro como fazias
Sei que nesta vida não voltarei
A sentir o calor do teu abraço
A paixão na tua voz
Ninguém me voltou a chamar Anita
Esse nome é só teu
Um ano que passou
O mundo ficou pobre
Porque tu meu anjo
Tinhas essa capacidade 
Mudavas as pessoas
E com elas o mundo a tua volta 
Eu fiquei mais pobre
Mais fria e desligada
Espera por mim onde estiveres
Hei-de encontrar-te 
E ai nada por dizer
Nada por fazer
Mana amo-te muito

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