"Percebi que uma das regras fundamentais da gestão é que, quando se quer que as coisas aconteçam, não se manda fazer, faz-se e obviamente compreendi que ser gestor implica ter a noção de que se faz o que for necessário, sem estar preso às chamadas job descriptions, a ideias preconcebidas sobre a função ou obrigações inerentes ao cargo."
"Determinante mesmo para o desenvolvimento da minha personalidade foi aquela primeira viagem, talvez a mais difícil de todas. Ganhei uma consciência de invulnerabilidade total: passei a saber que aguentava a fome, o sono, a sede e o cansaço, que conseguia sobreviver em qualquer ambiente. E essas certezas deram-me uma capacidade de sobrevivência, uma autoconfiança, uma sensação de total poder sobre o meu destino, que foram cruciais para o meu futuro. Para lidar com as adversidades da vida, os problemas profissionais, para gerir a doença. Eu nunca desisto."


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