"Depois de um tempo tu percebes que gostar de alguém é
bastante simples. Simples como pão com manteiga. (...)
Eu não entendo porque as pessoas complicam tanto o gostar. O
ficar junto. Não tem grandes dramas. Tu conheces alguém que te faz rir, com
quem tu consegues conversar.
Tem gente que fica tão preocupada com o depois, o futuro, as
possíveis cobranças ou quem vai gostar mais de quem, que deixa passar o mais
gostoso e simples. Deixa de tentar arrancar um sorriso inesperado do outro a
meio tarde. Ou a meio da noite. As atitudes passam a ser medidas e controladas.
Acho isso tão desnecessário.
Eu sou livre. Adoro ser livre. Ter a minha vida, as minhas
coisas, as minhas vontades. Não consigo imaginar ter qualquer relacionamento
com alguém que me impeça de fazer o que eu quero. Aliás, eu faço sempre o que
eu quero. E eu adoro fazer bem, fazer feliz. Eu gosto é da parceria. Em festas,
viagens, trabalho ou cama. Eu gosto de dividir, mesmo que seja a solidão.
Eu não sou do tipo de pessoa que precisa de grandes
demonstrações. Mas gosto de saber que depois de um dia ruim, terei alguém para
dividir uma cerveja, o colo ou o travesseiro.
Eu não preciso estar sempre colado ao outro e não gosto de
grandes cenas de ciúme. Mas eu quero ter a tranquilidade do respeito. Da
lealdade. Eu dou sempre muitos passos na direção de quem eu gosto, mas não
suporto quem acha que é normal não ser feliz.
Simples é ter alguém que fica feliz em saber que tem o meu
sorriso. E que não complica, deixa-se gostar. E ser gostado. Sem grandes
expectativas e planos. Sem vergonha ou empecilhos. Alguém que gosta de
aproveitar aquela preguicinha juntos.
Gostar é simples. Sem fingir, sem julgar, sem medir e sem
pensar"
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